DEPOIMENTOS

Isabella Gouveia - Bailarina, 13 anos


“Faço balé clássico e fui sleecionada para o Miami City Ballet e para a Joffrey School (EUA). Quando descobri que fui aprovada, fiquei sem palavras. É gratificante saber que o trabalho está sendo reconhecido. A arte me ensinou a ser alegre e humilde”.

Jonathas de Oliveira - Bailarino, 16 anos


“Faço balé, jazz e dança contemporânea. Fui selecionada para o Miami City Ballet e para a Joffrey School (EUA). Nunca tinha viajado ao exterior antes. Fiquei feliz, emocionado. Eu era uma pessoa sedentária, não gostava de estudar. Hoje tenho um objetivo na vida”.

Ana Lívia Costa - Estudante de balé, 15 anos


“Faço balé clássico, jazz e sapateado há 12 anos. Comecei com 3 anos na dança. Ganhei uma bolsa para o Miami City Ballet, nos Estados Unidos. Fiquei feliz em saber que fui selecionada. A escola tem uma representatividade grande no meio artístico. Sinto falta de investimento na cultura em São Gonçalo e no Rio de Janeiro. Já deixei de viajar por falta de ajuda do Estado. A arte proporciona uma educação diferente, melhora a postura. Ela mudou minha vida de uma maneira tremenda”.

Thiago Oliveira - Bailarino


“Sou bailarino do Balé da Cidade de Niterói. Sou coreógrafo. Tenho um solo chamado “Vira-lata”, que já foi para o Teatro Glaucio Gil, para teatros de São Paulo. Faço dança há 12 anos e minha participação no Cenarte foi desde a criação. Isso me tirou do caminho equivocado e fez o resgate na minha vida. Já dancei no Brasil todo, na Alemanha, em Portugal... Além de aluno, dou aula para os meninos, estou sempre trabalhando com a escola, e uma das coisas que sinto dificuldade em São Gonçalo é o investimento na Cultura. Não tem lei de fomento à Cultura. Não tem espaço para novos artistas nem para os da cidade. A cultura é escassa”.

Marcell Prett - Bailarino


“Sou cidadão gonçalense, morei no Portão do Rosa, depois no Centro. Minha história com dança começou junto com a do Cenarte. Há 11 anos me mudei para a Alemanha com minha esposa e trabalhamos como bailarinos e artistas de teatro musical. Vamos por toda Europa. No momento, trabalho num dos teatros estatais de Berlim. Os artistas gonçalenses nunca tiveram o valor que deveriam ter. Perdemos talento por falta de incentivo”.